DISLEXIA!




Escrito por Fernanda (autoras@uol.com.br) às 09h54
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Escrito por Fernanda (autoras@uol.com.br) às 09h51
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Dislexia e fracasso escolar

 

A linguagem é fundamental para o sucesso escolar. Ela está presente em todas as disciplinas e todos os professores são potencialmente professores de linguagem, porque utilizam a língua materna como instrumento de transmissão de informações. Muitas vezes uma dificuldade na aprendizagem da Matemática está mais relacionada à compreensão do enunciado do que ao processo operatório da solução do problema. Os disléxicos, em geral, sofrem também de discalculia – dificuldade de calcular – porque encontram dificuldade de compreender os enunciados das questões.

Por isso é necessário que o diagnóstico da dislexia seja precoce. Já nos primeiros anos da Educação Infantil, pais e educadores devem se preocupar em encontrar indícios de dislexia em crianças de 4 a 5 anos aparentemente normais. Quando não se diagnostica a dislexia ainda na Educação Infantil, os distúrbios de letras podem levar crianças de 8 a 9 anos – já no Ensino Fundamental, portanto – a apresentar perturbações de ordem emocional, afetiva e lingüística. Uma criança disléxica encontra dificuldade para ler e as frustrações acumuladas podem conduzir a comportamentos anti-sociais, à agressividade e a uma situação de marginalização progressiva.

Pais, professores e educadores devem estar atentos a dois importantes indicadores para o diagnóstico precoce da dislexia: a história pessoal do aluno e as suas manifestações lingüísticas nas aulas de leitura e escrita.

Quando os professores se deparam com crianças inteligentes, saudáveis, mas com dificuldade de ler e entender o que leram, devem investigar imediatamente se há existência de casos de dislexia na família. Em geral, a história pessoal de um disléxico traz traços comuns, como o atraso na aquisição da linguagem, atrasos na locomoção e problemas de dominância lateral. O histórico de dificuldades na família e na escola poderá ser de grande utilidade para profissionais como psicólogos, psicopedagogos e neuropsicólogos que atuam no processo de reeducação lingüística das crianças disléxicas.

Disponível em: http://sitededicas.uol.com.br/artigo22.htm

 



Escrito por Fernanda (autoras@uol.com.br) às 12h06
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Como identificar um aluno disléxico?

FALAR-OUVIR-LER-ESCREVER, são atividades da linguagem.

FALAR E OUVIR, são atividades com fundamentos biológicos.

A criança aprende a usar a linguagem falada com velocidade incrível e isto depende de: meio ambiente, trato vocal, organização do cérebro, sensibilidade perceptual para falar os sons.

Ela adquire a linguagem escrita em parte INVENTADA e em parte DESCOBERTA.

Inventada porque foram criados símbolos visuais (grafemas-letras) para representar elementos da linguagem.

Descoberta, porque esses elementos serão reconhecidos na linguagem falada (relação grafema/fonemas = sons das letras).

LER não depende somente da capacidade de segmentação fonêmica (reconhecer sons e símbolos).

Ela é necessária, mas não é suficiente para formar um bom leitor.

A criança precisa descobrir que uma palavra é composta por sons significantes e aprender a identificá-los. Mas principalmente, para se adquirir a habilidade da leitura e escrita, é necessário que haja a automatização desta função, além da capacidade de síntese (interpretação).

Esta habilidade não se desenvolve naturalmente nem através da maturidade. O aprendizado se incumbirá desta tarefa.

No entanto, há um número de crianças, bastante representativo, com dificuldade para aquisição e/ou automação do aprendizado da leitura e da escrita.

Entre as diversas causas possíveis dessa dificuldade está a dislexia, uma dificuldade acentuada na leitura e na escrita atinge de 10% a 15% da população mundial e que ainda não é reconhecida e nem muitas vezes aceita por professores e outros profissionais da educação.


Maria Angela Nogueira Nico – fonoaudióloga e psicopedagoga clínica, coordenadora e diretora técnica e científica da Associação Brasileira de Dislexia (ABD).

http://novaescola.abril.com.br/ed/135_set00/html/dislexia_exc3.htm




Escrito por Fernanda Maria às 21h43
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Como identificar um aluno disléxico?


Mesmo com todas as dificuldades que a dislexia pode trazer para a vida escolar de uma criança, é possível contornar o problema.

O mais importante é que os pais – e principalmente os professores – estejam sempre atentos.

O grau da "doença" varia muito e os sinais costumam ser inconstantes.

 

A seguir algumas das características mais comuns:


A criança é inteligente e criativa – mas tem dificuldades em leitura, escrita e soletração.

Costuma ser rotulado de imaturo ou preguiçoso.

Obtém bons resultados em provas orais, mas não em avaliações escritas.

Tem baixa auto-estima e se sente incapaz.

Tem habilidade em áreas como arte, música, teatro e esporte.

Parece estar sempre sonhando acordado.

É desatento ou hiperativo

Aprende mais facilmente fazendo experimentos, observações e usando recursos visuais.

Visão, leitura e soletração:

Reclama de enjôos, dores de cabeça ou estômago quando lê.

Faz confusões com as letras, números palavras, seqüências e explicações verbais.

Quando lê ou escreve comete erros de repetição, adição ou substituição.

Diz que vê ou sente um movimento inexistente quando lê, escreve ou faz cópia.

Parece ter dificuldades de visão, mas exames de vista não mostram o problema.

Lê repetidas vezes sem entender o texto.

Sua ortografia é inconstante.

Audição e linguagem:

É facilmente distraído por sons.

Tem dificuldades em colocar os pensamentos em palavras. Às vezes pronuncia de forma errada palavras longas.

Escrita e habilidades motoras:

Dificuldades com cópia e escrita. Sua letra muitas vezes é ilegível.

Pode ser ambidestro. Com freqüência confunde direita e esquerda ou acima e abaixo.

Matemática e gerenciamento do tempo:

Tem problemas para dizer a hora, controlar seus horários e ser pontual.

Depende dos dedos ou outros objetos para contar. Muitas vezes sabe a resposta, mas não consegue demonstrá-la no papel.

Faz exercícios de aritmética, mas considera difícil problemas com enunciados.

Tem dificuldade em lidar com dinheiro.

Memória e cognição:

Excelente memória a longo prazo para experiências, lugares e rostos. No entanto têm memória ruim para seqüências e informações que não vivenciou.



Fonte: Dyslexia The Gift www.dyslexia.com



Escrito por Fernanda Maria às 21h41
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Disléxicos famosos


O físico alemão Albert Einstein não falou até os quatro anos de idade; não conseguia ler até os nove. Falhou nos exames de admissão para o colegial e só conseguiu passar após um ano adicional de preparatório.

Ao se dedicar à Física, no entanto, seu elevado grau de criatividade permitiu que ele alçasse vôos altos, criando conceitos revolucionários para a época.

Essas características fazem muitos especialistas acreditarem que Einstein era disléxico, assim como o pintor Leonardo da Vinci, do inventor Thomas Edison e até do escritor Hans Christian Andersen...

 

     

http://galileu.globo.com/edic/97/saude4.htm



Escrito por Fernanda Maria às 21h40
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Dislexia a guerra das letras.

Por Suzel Tunes (stunes@edglobo.com.br)

Fábio adora comida esotérica (quer dizer, exótica). Tem uma amiga que fala quatro idiomas, é troglodita (quer dizer, poliglota). Corajoso, ele nunca se adromenta (amedronta). E seu filho vai ser engenheiro mecânico, como o pai, afinal, "peixinho de peixe, peixinho é".

Com o Fábio é assim... Não lhe peça para recitar provérbios ou ditos populares, que ele erra todos. Se pudesse, não leria nem bula de remédio. Vive fazendo confusão de palavras, troca letras e sílabas e tem vocabulário muito pobre, sobretudo na escrita.

Não é piada. Não é ignorância. É dislexia...

Na minha adolescência e início da vida adulta, estudei com uma amiga muito querida que trocava todos os provérbios... "Eu tô com um pé atrás da orelha", "Você ainda vai plantar aquilo que colheu" e por ai afora...

Para a gente era engraçadíssimo, ela era folclórica!

Padinha (o sobrenome dela), na faculdade, levou dp (dependência) de português do 1º ao 4º ano. A gente brincava dizendo que ela tinha feito um curso de especialização em Língua Portuguesa junto com a faculdade.

Hoje, tantos anos depois, relembro do nosso colegial e das aula do ensino superior e tenho certeza: Ela é disléxica!

Sorte que por ser inteligente e bem humorada e ter amigas que lhe davam suporte, nunca sofreu grandes discriminações, mas, o que a gente enchia a paciência dela...

Fernanda M F C Cruz




Escrito por Fernanda Maria às 21h38
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Um advogado com jogo de cintura

Desastrado, distraído, desorganizado...

Wilson Pires de Camargo Jr. já estava acostumado a ouvir esses adjetivos nada elogiosos desde criança.

Dotado de um inabalável bom humor, procurava levar na esportiva.

Na adolescência, tentou seguir carreira militar, mas estratégias e metodologias não eram com ele.

Por influência da família, foi cursar direito, mas aprendia apenas de ouvir.

- "Nem adiantava eu tentar tomar notas das aulas, depois eu mesmo não entendia minha letra", conta.

Para exercer a advocacia, Wilson passou a usar sua capacidade de convencimento e revelou sua criatividade na hora de bolar contratos, sempre digitados no computador.

- "O homem aprende a se adaptar a tudo", filosofa ele.

- "Como sou comunicativo, uma exceção entre os disléxicos, aprendi a vender o meu peixe na conversa."

No entanto, apesar de toda a capacidade de adaptação, as confusões de Wilson começaram a abalar sua vida profissional e afetiva.

Perdeu bons empregos e a esposa, metódica e organizada, não entendia por que ele deixava sempre tudo fora do lugar ou nunca se lembrava de pagar as contas.

Parecia de propósito. Não era...

Um dia, ambos ouviram falar sobre dislexia em um programa de rádio. Wilson encaixou-se totalmente na descrição.

Após uma bateria de exames e o diagnóstico definitivo, ele acha que começou uma nova etapa em sua vida.

- "Ficou mais fácil para minha esposa me compreender e minha própria postura mudou. Sei que tenho características diferentes e as pessoas precisam me respeitar do jeito que eu sou."

http://galileu.globo.com/edic/97/saude2.htm




Escrito por Fernanda Maria às 21h36
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O menino que aprende como Einstein


Quando Márcia Ribeiro Portela ouviu seu filho de apenas oito anos dizer: "Eu não sirvo para nada", ela quase morreu de tristeza. Com dificuldade de alfabetização, Rafael ficava cada vez mais tímido e recluso. Na escola, os professores falavam "espera que ainda vai dar o clic", parentes e amigos atribuíam o atraso ao fato de Rafael ser "temporão", irmão de uma moça de 20 anos e um rapaz de 18. "Você mima demais!", chegavam a dizer. E a culpa acabava nas costas da mãe. "Como o Rafael morou conosco nos Estados Unidos dos 3 aos 5 anos de idade, e durante esse período ele aprendeu a falar inglês, eu achava que o problema na alfabetização residia numa confusão de idiomas", conta Márcia. Mas o verdadeiro diagnóstico só surgiu há um ano, após uma bateria de testes na Associação Brasileira de Dislexia, ABD.

A família ainda luta para que a escola compreenda as necessidades específicas de Rafael, como, por exemplo, que o professor leia e explique para ele os enunciados das provas de matemática. Mas, agora, ele já se abre para novos amigos e novos talentos. Gosta de desenhar e está com vontade de aprender violino. E quando se entristece por não conseguir realizar determinada tarefa, sua mãe não deixa por menos: "Einstein também tinha esse problema, filhinho"...

http://galileu.globo.com/edic/97/saude2.htm




Escrito por Fernanda Maria às 21h36
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FONEMAS FRUSTRANTES

Os cérebros dos disléxicos têm conecções diferentes dos cérebros normais, e portanto processam a linguagem com menos eficiência. Em particular, os disléxicos têm dificuldade com as unidades de linguagem chamadas fonemas. Os fonemas são definidos como os menores segmentos compreensíveis da linguagem.(não confundir fonema com letra, o primeiro refere-se a som, o segundo a escrita) Por exemplo, a palavra falada "pato" é constituida de quatro fonemas: pêe, aaa, têe, ooo. Para a maioria das pessoas, o processo de quebrar as palavras em fonemas ocorre autamaticamente, sem pensamento consciente. Assim como nos separamos os fonemas sem pensar nisso, nos também os introduzimos em nossa fala automaticamente: "pato" tem duas sílabas, mas é feito de quatro sons distintos. Entre os 4 e 6 anos, as crianças percebem que os fonemas fazem as palavras.

Dificuldades com Fonemas

Os disléxicos não decodificam as palavras, eles têm dificuldade em acessar a informação pertinente àquela palavra que eles armazenaram. Eles freqüentemente confundem palavras com sons semelhantes como "vaca" e "faca." Quando é mostrada a figura de uma vaca, por exemplo, um disléxico pode chamá-la, uma "faca", embora quando solicitado para defini-la, ele corretamente responde, que é um animal que dá leite e carne. Em outras palavras, o disléxico sabe o que o objeto é, mas ele ou ela não podem acessar a palavra correta para este.

http://www.geocities.com/marlicbraz/disl.html
 



Escrito por Fernanda Maria às 15h42
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A dislexia, cognição e aprendizagem foram discutidas no V Simpósio Internacional Dislexia, Cognição, Aprendizagem (2002), promovido pela Associação Brasileira de Dislexia (ABD), que é afiliada nacional para o Brasil da International Dyslexia Association (IDA), com a colaboração da Associação Brasileira de Distúrbios de Aprendizagem (Aprend).


A ABD, promotora do evento, vem buscando, desde a sua fundação, uma maior consciência da população e dos poderes públicos da importância em se tratar adequadamente as pessoas que apresentam distúrbios de aprendizagem, principalmente àquelas em idade escolar.

Em outros países, como por exemplo, os Estados Unidos as autoridades estão comprometidas em buscar facilidades para que o disléxico seja adequadamente tratado e possa evoluir do ponto de vista educacional, cultural e social.

Conforme declaração de uma alta autoridade americana:

- “Devemos nos esforçar para ajudar de todas as formas possíveis os disléxicos, pois o país não pode prescindir da produtividade e criatividade dos mesmos”.

Eles aprenderam que tudo que começa com dificuldade acaba tendo sua compensação. É o caso das pessoas que apresentam dificuldades de aprendizagem, após serem conscientizadas dos distúrbios que sofre, encontrando orientação adequada e os caminhos para contornarem as mesmas, se tornam, geralmente, pessoas altamente produtivas e criativas.

É por isso que a ABD utiliza a frase “Você é disléxico? Então você pode ser um gênio!”

Mas ocorre também o caso contrário. O disléxico se sente diferente, ele sabe que é diferente das outras pessoas. O seu ritmo de aprendizagem e mesmo as ações físicas não acompanham a da maioria das pessoas.

Diversos rótulos são colocados então no disléxico: vagabundo, burro e outros tantos. Ocorrem casos em que a família acaba encaminhando a criança para escolas ou classes “especiais”.

Mas, na maioria das vezes a criança acaba abandonando os bancos escolares ou, se consegue chegar até o fim, com muito sofrimento psíquico, pela discriminação que sofre, muitas vezes não sairá da escola totalmente alfabetizada. Desta forma, ela se submete as funções menores no campo do trabalho ou então envereda pela marginalidade, quando poderiam ser gênios se tivessem o apoio da sociedade naquilo que deveriam ter obrigatoriamente: a educação.

Não a educação massificada, que se pratica no Brasil, tratando os desiguais como iguais, mas, a educação que reconhece a individualidade, uns exigindo mais atenção e carinho que os outros, pelas dificuldades de aprendizagem que apresentam.

As meritórias campanhas de alfabetização, em andamento por todo o Brasil, infelizmente não estão levando em consideração esses fatos e, mesmo nas escolas, são poucas as que levam em consideração a existência desses distúrbios, ou que, os reconhecendo, sabem como se conduzir em relação ao mesmo.

O mínimo que a ABD busca é que todos os educadores, pais e profissionais, que atuam na área da educação ou atividades relacionadas, estejam informados sobre o assunto, orientando os pais em como obterem ajuda.

Disponível em: http://www.informesergipe.com.br/pagina_data.php?sec=10&&rec=1297&&aano=2002&&mmes=10

                 



Escrito por Fernanda Maria às 10h58
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Lembretes Importantes...

http://www.conexaeventos.com.br/layout/imagens/banco/box_dislexia.jpg

 



Escrito por Fernanda Maria às 10h46
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